segunda-feira, 27 de junho de 2011

Elementos da Comunicação – Parte 2


Como havíamos prometido vamos dar seguimento a segunda parte da postagens sobre os Elementos da Comunicação do ponto de vista prático.
Hollerith não é uma palavra muito comum de ser ouvida no cotidiano, porém está muito presente no seio organizacional, na sua tradução do inglês seria “ modelo de documento “ , especificamente se trata de contracheque. São mensagens colocadas nos comprovantes de remuneração pelos serviços prestados, lembretes, saudações rápidas, é recomendado evitar o seu uso, caso a remuneração seja até então uma controvérsia no momento. Este preza pela sua garantia de leitura, é um instrumento de apoio e possui circulação mensal. O manual de integração tem por finalidade integrar o colaborador ao ambiente de trabalho, apresenta no seu escopo os direitos, deveres, normas internas e benefícios, são instrumentos de autoria do RH(recursos humanos). Este instrumento deve apresentar linguagem adequada, um atrativo visual com boa qualidade gráfica,  informações como saúde, férias e recreação, treinamentos, alguns dados sobre a organização, boas vindas, regulamente(código de ética) e planos de carreira e salarial. Existem também outros tipos de manuais como : manual de redação e estilo e manual de identidade visual. O jornal mural é essencialmente um jornal no formato de mural, contém informações com características de matérias jornalísticas, possui textos mais aprofundados, informações diversas sobre a organização direta ou indireta. O jornal mural deve-se também encontra numa posição estratégica(onde todos possam visualizar), uma ampla cobertura sobre a organização atual, formato inovador, um bom layout, periodicidade, uma criação de identidade como o nome do jornal em específico e editoriais fixas. O shouse-organs são publicações internas, ou seja, produzidas pela organização, também conhecidos como “ periódicos de empresa “ ou “ publicações “, poder do tipo boletins( poucas páginas, poucos temas, acabamento simples e próprio para informações imediatas), ela é a mais elementar das publicações, possui periodicidade curta e segue uma gama de regras jornalísticas ;  jornais que são veículos eminentemente institucional, forma um conselho editorial permanente e requer um amplo planejamento editorial;  revistas são um veículo sofisticado, com alta qualidade gráfica, periodicidade maior, faz uma ampliação do universo do conteúdo e possui um conteúdo de interesse permanente. O vídeo institucional possui algumas características interessantes quanto o seu uso, ele cristaliza em imagens, a apresentação da organização, possui múltiplas potencialidades e dar uma flexibilidade de diversos usos, tem uma grande aspecto positivo que é a linguagem televisiva. A intranet é uma rede coorporativa interna capaz de elevar a qualidade dos informes. Esta induz uma redução de formulários e de matérias impressos(aspecto ambiental e de custo positivo), possui portais coorporativos como imagem, áudio e vídeo em interação multimídia. É um grande e e interessante instrumento de apoio, não extingue outros veículos apresentados anteriormente e desperta hábitos, criando uma cultura. Seu conteúdo são basicamente dados sobre a organização, departamentalização como divisão e informativos diversos, informações administrativas e também uma “ fale conosco” ou  “ fale com o presidente “ , mostrando assim uma forma de comunicação de vários níveis hierárquicos da organização.
Depois de vermos estes variados elementos da comunicação, quais deverão ser escolhidos ? Quais são os melhores a serem utilizados ? Uma outra questão a ser abordada é a relação entre : investimento, qualidade, quantidade, freqüência, intensidade e agilidade. O melhor veículo então é aquele capaz de atingir a maior parte dos públicos visados, do modo mais impressivo, mais rapidamente, ao menor preço. Deve também possuir qualidades como : planejamento estratégico, agregação de valores intangíveis, reforço da reputação e sintonia de interesse público e privado. Outra variável importante é o planejamento editorial qual consiste em : uma linha editorial, formatos(papel, páginas, título, cores, diagramação, fonte), tiragem, periodicidade(semanal, mensal), circulação(público alvo), distribuição, produção, pauta, elaboração da “ boneca “ e avaliação. Os tipos de matérias que podem ser empregadas, notícias, editorial, artigo, entrevista e reportagens. Outros elementos importantes, expediente( nome da organização, equipe responsável, endereço, gráfica, número, data da publicação e contato) e Seções( cartas, passatempos, horóscopo e humor). Espero que tenham gostado.
Eliezer Cruz,

domingo, 26 de junho de 2011





Endomarketing 


É o conjunto de atividades humanas dirigidas a satisfazer as necessidades e desejos dos clientes internos (empregados) e os interesses organizacionais, em um processo de troca, em que deve ocorrer simbiose equilibrada e consciente para ambas as partes, com resultado sinérgico (Ribeiro, 1993:73).
No endomarketing os empregados são o primeiro mercado para a organização, o ato de constantemente atrair, motivar, desenvolver e reter empregados qualificados através de trabalhos que satisfaçam suas expectativas, trata-los como clientes preferenciais, utilizar instrumentos e técnicas de marketing, divulgar a empresa e seus objetivos junto aos trabalhadores, integrar marketing e RH, o caracterizam.
Com a utilização do endomarketing, é esperado a melhoria em relação a comunicação, troca, valorização e reconhecimento do empregado, fortalecer a parceria entre empresa e funcionarios e promover a convergência entre os objetivos humanos e os objetivos organizacionais, na busca da eficiência. 
A valorização do talento se torna importante para as empresas que desejam praticar o endomarketing, os gestores precisam pensar em seus funcionários como pessoas de marketing, clientes, eles precisam conhecer os clientes internos, influencia-los a trabalharem em equipe, avalia-los e, de acordo com a avaliação, recompensa-los.
A opinião do público interno tem grande influência nas opiniões e perspectivas do público externo, do consumidor em geral. Partindo desse princípio, as empresas cada vez mais têm investido no endomarketing. Afinal, funcionários insatisfeitos com as condições de trabalho e com os próprios produtos lançados, irão fazer uma contra-propaganda cada vez que multiplicam fora da empresa a sensação de descontentamento que os dominam. E, caso estejam satisfeitos com a empresa, poderão "vendê-la" para o cliente externo.
Essa atitude estratégica visa dar aos funcionários uma noção da importância de um serviço orientado para atender aos clientes, fazendo-os ter a capacidade de responder qualquer dúvida que surja dentro da companhia, e isso inclui envolvimento, comprometimento, valorização e, principalmente, qualificação do funcionário, visando assumir responsabilidades e iniciativas, conhecendo todas as rotinas de serviço da empresa onde atuam. Afinal, uma informação errada dada ao cliente externo ou uma imagem negativa pode comprometer todo o desenvolvimento de um projeto.
A confiança do público, tanto o interno como o externo, é uma conseqüência do endomarketing.

sábado, 18 de junho de 2011

Elementos da Comunicação – Parte 1


Até o presente momento no nosso blog vimos uma abordagem da comunicação interna nas organizações de uma forma um pouco subjetiva, então notamos a importância de falarmos de alguns elementos da comunicação, muito comentados em diversas postagens, mas sem exemplificações e esclarecimentos práticos, apartir de agora vamos conhecer como se dar a comunicação dentro de uma organização do ponto de vista prático, como este assunto é um pouco extenso, iremos dividir esta postagem em duas partes, espero que este conhecimento sirva para o aprendizado e aperfeiçoamento de todos aqueles que virem a ter contato com o mesmo.

Construir uma boa comunicação dentro da organização não é uma tarefa fácil, porém existem alguns objetivos que devem ser alcançados para a sua eficiência e eficácia. A comunicação interna em uma organização tem como os principais objetivos : Conscientizar e engajar colaboradores para a diretriz organizacional; compartilhar sentimentos, crenças e idéias; criar um ambiente agradável (a boa imagem começa em casa) e reduzir efeitos negativos dos boatos. Para fazer a comunicação fluir ele precisa de um veículo, mas o que é um veículo? É toda meio, forma ou recurso capaz de conduzir mensagens. Os veículos de comunicação podem ser divididos em quatro categorias: Orais (reuniões, palestras, telefone e rádio); visuais(revistas, jornais e outdoor); audiovisuais(televisão, vídeos e cinema) e telemáticos (computadores, internet e palmtop). Existem os instrumentos que também podem ser empregados para auxiliar na circulação da informação, mas como podemos fazer? Como escolher o que melhor se adéqua? Na verdade não existem regras pré-definidas quanto a isso, pois tudo depende do contexto de cada organização, existem alguns instrumentos que mais se adéquam ao objetivo específico. O primeiro passo seria identificar  a questão ou problema a ser trabalhado, verificar o público alvo e suas características, definir o objetivo de forma clara a ser alcançado pela comunicação exposta e verificar os tipos de mensagens que serão veiculadas dentro da organização.
 
Os principais instrumentos que podem ser implantados são: Cartazes, caixa de manifestação, quadro de avisos, Hollerith (contracheque), manual de integração, jornal mural, house- organ, vídeo institucional e intranet.Um  instrumento de comunicação muito utilizado é os cartazes, eles normalmente são usados em campanhas de conscientização interna, coexistem textos e imagens, com o foco principalmente visual, na imagem; são equivalentes ao pôster institucional, como item de decoração de interiores. Os cartazes devem seguir algumas recomendações como: Ser impressos em papel de tamanhos variados, prezar pela qualidade gráfica e teplate (documento com apresentação visual). As caixas de manifestações são instrumentos de coletas de manifestação, como o próprio nome diz, sugestões, críticas, informações e elogios; tem um caráter incentivador da criatividade e do interesse em participação das pessoas na vida da organização e pode trazer resultados muito inovadores para o processo produtivo como o um todo da organização. Estas por si devem ficar localizadas em posição estratégica, inovar o formato, possuir algumas estratégias definidas para oferecer feedback, estabelecer periodicidade e motivar o seu uso como prioridade. Quadro de avisos é nada mais, um quadro com avisos (informações breves, curtas, objetivas) e informações administrativas de escala de prioridade. Deve-se ter localização estratégica, linguagem simples, escolha de suporte adequado, preocupação com o layout, estabelecimento de periodicidade com cumprimento, cuidados com a higiene, combinar avisos com ilustrações ou fotos e delegar responsabilidade pelo instrumento postado. Até a próxima a postagem.
Eliezer Cruz,

domingo, 12 de junho de 2011

Comunicação Organizacional: tipos específicos


  No ambiente de trabalho é necessário a comunicação verbal e não verbal, a informação é absolutamente precisa entre os funcionários de uma organização para que se possa atingir determinadas metas. É através da informação que se pode avaliar o desempenho individual e coletivo dos colaboradores da empresa tornando possíveis os ajustes essenciais para que a eficiência no trabalho seja alcançada.
  A comunicação divide-se em dos tipos: comunicação verbal e não verbal.
  A comunicação verbal inclui participação, transmissão e troca de experiências, e é considerada interna quando o processo acontece dentro da empresa, podendo ser considerada formal ou informal.
  Quanto à comunicação não verbal, o objetivo deste tipo de informação é exprimir sentimentos e ideias, sem usar a palavra, e sendo dividido em oito classificações:

» Ambiente: espaço físico.
» Posição do corpo: se apresentar a uma pessoa em um estilo esportivo pode indicar aceitação ou desleixo.
» Postura: como a pessoa se coloca diante dos outros.
» Gestos das mãos: extremamente importante para expressar algo.
» Expressões e movimentos faciais: podem indicar aprovação, desaprovação ou ainda uma forma de demonstrar.
» Tom de voz: pode indicar nervosismo, confiança ou entusiasmo.
» Vestuário e aparência: comunicam mensagens e passa impressões positivas ou negativas.
» Cautela e reflexão: muitos sinais não verbais têm dois significados. Por exemplo: um sorriso indica alegria, mas, às vezes pode indicar nervosismo.



quinta-feira, 9 de junho de 2011

STORYTELLING PARA UMA COMUNICAÇÃO MAIS EFICIENTE 
        blog" Comunicação Interna" de Viviane Mansi. Disponível em: http://comunicacaocomfuncionario.blogspot.com/ postou um texto publicado na edição de Dezembro da revista Exame que trata do storytelling como uma alternativa importante e relevante para trazer relevância à comunicação interna. Ele foi escrito pelo Jornalista Lucas Amorim. Não se assustem com o tamanho do texto, pois ele é interessante, informativo, vale muito pena à leitura, e por isso estou compartilhando com os leitores do blog. Espero que gostem e boa leitura!

                  QUANTO VALE UMA BOA HISTORIA PARA INSPIRAR E VENDER

   Cada vez mais empresas descobrem que contar boas histórias — um novo conceito, conhecido como storytelling — ajuda a vender produtos e inspirar funcionários. Assim que passam pelas portas de vidro e entram na sede da Nextel, localizada a uma quadra da Avenida Paulista, os funcionários da empresa pisam numa espécie de calçada da fama, com estrelas coloridas e nomes de astros do cinema espalhados pelo chão. No corredor, poucos metros à frente, um telão exibe cenas de filmes clássicos, como O Poderoso Chefão e Forest Gump. A decoração hollywoodiana reflete a tentativa de mudança de cultura da companhia americana que oferece serviços de rádio pelo celular no Brasil. Nas últimas semanas, a Nextel incluiu enredos com heróis e vilões em tarefas cotidianas de seus executivos — embora elas não tenham nenhuma relação direta com o cinema ou a literatura. A última apresentação a investidores, por exemplo, começou com uma frase inspirada nos contos de fadas: “Imagine uma companhia que não era vista pelas outras empresas como uma competidora real...”, dizia o relatório. Em uma reunião recente da equipe de marketing, os smartphones foram mostrados como heróis que precisariam superar diversos obstáculos para chegar a um final feliz. Por enquanto, apenas um grupo de 60 funcionários da Nextel tenta levarem o universo das fábulas para o dia a dia da operação. Mas, até o final de 2011, todos os seus principais executivos receberão treinamento para aprender a contar histórias.
   A estratégia parece infantil – ou mesmo bizarra. Soa mesmo como mais uma invenção dos gurus dos negócios, tão populares até pouco tempo atrás. O que o mundo dos negócios — com seu cotidiano de dureza e falta de poesia — tem a ver com as fantasias de George Lucas em Guerra nas Estrelas ou de J.K. Rowlling em Harry Potter? O fato, porém, é que um número crescente de grandes empresas — como a fabricante de aeronaves Boeing — vem tentando fazer da produção de histórias um instrumento de gestão. “As histórias facilitam a venda de ideias dentro e fora da companhia e podem ter um impacto direto nos resultados”, diz Gustavo Diament, vice-presidente de marketing da Nextel. Em outras palavras: o fascínio do mito ajuda a tornar as complexas e racionais estratégias empresariais mais compreensíveis — e estimulantes. Elas passam a ter uma razão de ser.A utilização de roteiros para ajudar na gestão, um conceito conhecido como storytelling, começou a interessar grandes empresas do Brasil e do exterior em 2007, quando o prestigiado MIT montou um núcleo para estudar o assunto. Batizado de The Convergence Culture Consortium, esse núcleo reúne empresas e pesquisadores do mundo inteiro para analisar a relação entre os negócios e o entretenimento com a chegada das novas mídias. Para o MIT, as barreiras entre os dois mundos serão cada vez menores, até desaparecer por completo. “Antes, eram só escritores e roteiristas que criavam histórias inspiradoras”, diz o publicitário Mauricio Mota, um dos sócios do núcleo do MIT e fundador da consultoria carioca Os Alquimistas, especializada em storytelling. “Agora, as empresas também podem contar boas histórias para inspirar consumidores e funcionários.”

  O desafio, pelo menos por enquanto, é saber como transformar uma boa história num bom negócio. Sem ter modelos em que se inspirar, cada empresa vem buscando suas próprias soluções. A incorporadora Tecnisa, por exemplo, passou a produzir vídeos de moradores e comerciantes contando a história dos bairros onde seus empreendimentos serão construídos. Filmes sobre os bairros paulistanos de Vila Mariana e Vila Prudente já estão disponíveis na internet. Apesar do entusiasmo de algumas empresas com a nova tendência, os especialistas dizem, com razão, não haver poções encantadas nessa história. Nem o melhor contador de histórias do mundo é capaz de transformar um enredo fraco em algo interessante

domingo, 5 de junho de 2011

REGRAS PARA FAZER UMA CIRCULAR

  A carta circular, ou ofício circular, é o escrito por meio do qual são
transmitidas informações em uma organização pública ou privada. Muito
comum para disseminar mensagens entre empregados de uma empresa.
Tem o objetivo de transmitir normas, ordens, avisos, pedidos, ou seja,
de delimitar comportamentos e homogeneizar condutas de um grupo de
pessoas.
  O público da circular pode ser interno, misto e externo. Uma circular
deve: iniciar com o destinatário.
  Este documento oficial deve ter:
1. Timbre (logótipo do órgão, brasão, símbolo do departamento);
2. Título e número (circular nº 02/2009);
3. Data (sem a localidade, nome da cidade);
4. Ementa (síntese do assunto que será abordado no texto);
5. Vocativo ou invocação com o pronome de tratamento adequado;
6. Texto (bem explicado e claro);
7. Despedida breve
8.  Assinatura (sem linha e sobre o nome datilografado, com o cargo de
quem assina)

  Exemplo de uma circular :

sexta-feira, 3 de junho de 2011


  A COMUNICAÇÃO UNE A FAMÍLIA

   Para poder ser abraçada toda a área da comunicação interna, eu considerei que a comunicação no ambiente familiar (em casa), é de grande ajuda para influenciar em um melhor resultado nas comunicações organizacionais. É claro que não existe uma regra básica para melhorar a comunicação em uma família. Cada família é um mundo distinto, uma linguagem única. O que deve ser usado como fonte de melhorar a comunicação dentro de uma família, é à vontade, o interesse, e a disponibilidade por parte dos seus membros, para que essa comunicação possa se melhorara  dentro da medida do possível desse ambiente familiar, para que assim possa ser produzida uma maior união e integração entre os membros dessa família.
   Uma boa maneira de se aumentar à comunicação entre os membros de uma família, é, por exemplo: os jantares em família, uma vez que todos os membros dessas famílias poderão estar reunidos juntos a mesa, o que facilitará uma maior comunicação e uma melhor integração social entre todos os membros dessa família. Outra maneira boa de aumentar a comunicação entre os membros de uma família são as reuniões e os passeios semanais onde é permitido, aos membros dessas famílias, partilharem de diversas opiniões, permitindo que aja uma maior comunicação entre os seus membros, reduzindo-se assim as incertezas e as ambiguidades.
   Por isso que devemos levar em consideração, que uma boa comunicação interna é uma das melhores maneiras para que se possa ser promovida à união entre os membros de uma família. O bom relacionamento entre os integrantes da família pode ser refletido no ambiente de trabalho, fazendo com que a comunicação entre os colaboradores de uma empresa seja de uma interatividade bem sucedia e de um relacionamento mais agradável.

segunda-feira, 30 de maio de 2011


A IMPORTÂNCIA DA REDAÇÃO EMPRESARIAL NA COMUNICAÇÃO INTERNA


   Se define como redação empresarial documentos e textos  redigidos no ambiente da empresa, como cartas, ofícios, atas, contratos, etc. que possuem como finalidade a comunicação entre os membros da mesma.

  A comunicação empresarial deve ser feita de forma clara e objetiva, impedindo assim possíveis erros de entendimento entre o gestor e os receptores da mensagem. Os documentos internos são usados na divulgação de decisões, para solicitações e também estão relacionados a função estratégica da empresa, influenciando no desenvolvimento, na lucratividade e estabilidade da  mesma.
   Na redação empresarial se deve respeitar o uso adequado da gramática, possuindo objetividade, clareza e uniformidade, além de evitar o uso de vícios de linguagem, chavões, tautologias, ou seja, repetições viciadas, coloquialismo, jargão técnico fora do contexto e verbosidade, complicar o que pode ser dito de forma simples e direta. 
   A comunicação interna ocorre geralmente de forma informal entre os membros da empresa, podendo distorcer as mensagens passadas. Sendo assim, a redação empresarial é utilizada para evitar estas distorções, de forma mais rebuscada e objetiva.


Bibliografia:
GOLD, Miriam. Redação empresarial: escrevendo com sucesso na era da globalização. 2° ed. São Paulo: Makron Books, 2002.
MEDEIROS, João Bosco. Redação empresarial. Sao Paulo: Atlas, 1989.

segunda-feira, 23 de maio de 2011




QUAL O ESPAÇO DA COMUNICAÇÃO NO ORNOGRAMA DA ORGANIZAÇÃO?



  Esta pergunta não é novidade no mundo das organizações. Ao contrário, é um tema bastante discutido na atualidade em encontros, palestras, seminários e até mesmo em conversas do cotidiano de colegas de trabalho. A resposta poderia ser simples como: Recursos Humanos (atualmente Gestão de Pessoas), Marketing, Comunicação Interna e Presidência, estes são setores mais ligados a comunicação de uma organização, mas será que só se aplica a estes setores? O que se vê hoje é uma inter-relação de todos os setores da organização envolvidos de forma harmoniosa e em sincronia, ou pelo menos essa é a proposta que nem sempre é alcançada na sua totalidade.
  A comunicação deixou de ser um sistema fechado nas empresas, restrito apenas a um setor exclusivo, pois a mesma passou a ser uma cultura, postura incorporada dos membros envolvidos, afinal é impossível não estar rodeado de alguma forma de comunicação e que não se faça uma absorção ainda que pequena deste contexto. Não há dúvidas de que a comunicação é, antes de tudo, um diferencial que agrega muitos valores para qualquer profissional independente da sua área de atuação.
  Os gestores na sua maioria tem um papel muito importante no incentivo e implantação dessa cultura mútua de comunicação. A comunicação interna nas organizações deve deixar de ser uma área isolada e se transformar em fator comum e natural, onde cada funcionário deve se tornar um agente de comunicação, todos devem se comprometer em disseminar a comunicação de forma clara, e os profissionais especializados, estes sim podem se tornar consultores, orientadores, ajudando a dar mais qualidade, aperfeiçoamento e fluidez no processo.
  Tornar a comunicação interna itinerante na atualidade é uma missão desafiadora em todas as organizações. Isso sem dúvida é um dos passos para se alcançar o sucesso na comunicação empresarial.

   Sônia Favaretto,

terça-feira, 17 de maio de 2011


  O QUE OCORRE QUANDO HÁ "FALTA" DE COMUNICAÇÃO ENTRE DIFERENTES COLABORADORES DE UMA EMPRESA? 
 

   Quem nunca ficou na dúvida sobre a melhor forma de mandar uma mensagem dentro da empresa?
   Uma das falhas que ocorrem dentro das organizações, é a falta de entendimento entre as diversas pessoas que trabalham em diferentes setores, criando situações inusitadas sobre a mensagem que deveria ser emitida de forma clara e objetiva e, no entanto algumas vezes o receptor (por erros de comunicação) não compreende de forma correta. Esse tipo de erro na comunicação pode comprometer toda estrutura da empresa, a depender da gravidade do erro.
   Portanto, se faz necessário que as mensagens emitidas por determinado setor à outros setores seja repassada de forma mais objetiva possível, para que não haja a possibilidade de várias interpretações sobre um único assunto.

Clik na imagem para ver em tamanho maior.

» Brincadeira feita pelo site Project Cartoon para demonstrar no que resulta a ausência de objetividade entre os funcionários de uma empresa, e até com o próprio cliente:

domingo, 15 de maio de 2011

DICAS PARA O MELHORAMENTO DA COMUNICAÇÃO INTERNA E SEU OBJETIVO
Entrevista com Mário Persona / Comunicação Interna



 Nesta entrevista com Mário Persona, palestrantes, professor, consultor de comunicação estratégica e marketing, é  citada a falta de preocupação das empresas com a comunicação interna e a pouca atenção dada a ela. Em um post feito neste blog sobre problemas na comunicação, é mostrado os problemas que a má comunicação nas organizações geram. É nesse contexto, que fiz uma pesquisas  para melhorar a comunicação interna.
Dicas: Identificar, solucionar e aperfeiçoar.
Dica 1-> levantamento de informações. por exemplo, ver qual é o publico alvo, realizar pesquisas;
Dica 2->Definir as medidas adotadas para uma boa comunicação. (
Dica3-> Se relacionar mais com os colaboradores (treinamentos na efetivação dos funcionários).

  Essa medidas, tem o objetivo de tornar o fluxo de informações qualificado, obter uma  boa relação entres funcionários e a melhor imagem da empresa para o público externo, afinal de contas a comunicação externa é melhor vista se a comunicação interna for satisfatoria. De dentro para fora.

domingo, 8 de maio de 2011

CONCEITO DE PÚBLICO NA COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL

   
  Público nas organizações diz respeito ao grupo que desfruta de uma ampla liberdade de informação com ampla oportunidade de discussão e que se volta para uma organização a fim de externar
  Nas organizações existem vários tipos de públicos: o publico interno, referente a todos os empregados da empresa, até mesmo de uma família, o publico externo que são todos os grupos que utilizam os serviços de uma empresa como, por exemplo, imprensa, consumidores, entidades, concorrentes e outros, o publico misto que são os acionistas, distribuidores, fornecedores, ou seja, são os públicos internos e externos. Esses tipos de públicos são de extrema importância nas organizações para que possam ser conhecidas as suas opiniões, atitudes e reações frente aos atos e políticas das organizações.
  Além do conceito de público já visto, podem ser destacados alguns outros como: 
 - Públicos financeiros - Influenciam a capacidade da empresa de obter fundos, empresas de investimento e acionistas são os principais públicos financeiro.
 - Públicos de mídia - Divulgam novidades, notícias e opiniões editoriais.
 - Público geral - A imagem que o público tem da empresa isso afeta as decisões compra. Conhecer os tipos de públicos colabora para que  os profissionais da  comunicação possa resolver, e tomar medidas, com o objetivo de que haja uma maior interação entre os órgãos organizacionais e seus públicos.

MONTEIRO, Graça. <Instituto de Educação Superior de Brasília – IESB>. Agosto de 2003. Acesso em 06/05/2011.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

COMUNICAÇÃO INTERNA E ENDOMARKETING

 De acordo com a conceituação de inúmeros autores, entre eles Wilson Bueno, Gaudêncio Torquato, Paulo Nassar, M. Kunsch, Saul Bekin, Amauri Marchese, a comunicação interna é um setor planejado, com objetivos bem definidos, para viabilizar toda a interação possível entre a organização e seus empregados, usando ferramentas de comunicação institucional e até da comunicação mercadológica (para o caso do endomarketing  ou marketing interno). Portanto, a comunicação interna corre paralelamente com a circulação normal da comunicação que perpassa todos os setores da comunicação, permitindo seu pleno funcionamento.

 Endomarketing é uma das mais novas áreas da administração e busca adaptar estratégias e elementos do marketing tradicional, normalmente utilizado no meio externo às empresas, para uso no ambiente interno das corporações.
 É uma área diretamente ligada à de comunicação interna, que alia técnicas de marketing a conceitos de recursos humanos.
Quem nunca ouviu falar que antes de vender um produto para seus clientes, as empresas precisam convencer seus funcionários a comprá-lo? O endomarketing surge como elemento de ligação entre o cliente, o produto e o empregado.

 A comunicação interna trata de dar voz aos públicos internos, entender que eles são sim públicos internos e que eles precisam ser segmentados para a comunicação acontecer efetivamente.  Já o endomarketing é a “propaganda da empresa para seus públicos internos”. É diferente vender e entender, impor e dar voz. São idéias contrárias, assim como a comunicação interna e o endomarketing

 Comunicação envolve o vender, porém, sabemos que vender é diferente de ouvir. A comunicação interna vê e entende os funcionários como peças-chave para o crescimento de uma organização. O endomarketing precisa “vender” a empresa para os funcionários como possível forma de legitimação. Ambos são áreas distintas, mas que deveriam andar juntas. O endomarketing funcionaria melhor com os olhares e percepções da comunicação interna

sábado, 30 de abril de 2011


CONCEITO DE COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL


Figura: Cronograma de comunicação organizacional integrada. Fonte: Kunsch, 1997.
 "Independentes, as organizações têm de comunicar entre si. O sistema Organizacional se viabiliza graças ao sistema de comunicação nela existente, que permitirá sua continua realimentação e sobrevivência, caso contrário, entrara em um processo de entropia e morte, Daí a imprescindibilidade da comunicação para uma organização social".  Margarida Kunsch.

 Segundo Kunsch, a comunicação organizacional é a junção da comunicação institucional, mercadológica, interna e administrativa que interagem para o bom funcionamento de uma organização pública ou privada.
 A comunicação organizacional ocorre através da relação entre indivíduos, departamentos, unidades e organizações, causando efeitos como um todo, atingindo diretamente ou indiretamente a organização onde ocorre.
 O processo de comunicação possui os elementos básicos: fonte, codificador, canal mensagem, decodificador e receptor. Sendo assim se torna importante a forma de se comunicar e como transmitir a mensagem desejada, pois, segundo Hall, as relações sociais que ocorrem no processo de comunicação estão susceptíveis a choque de entendimento, onde a mensagem e a interpretação da mesma podem ser afetadas.
Scroferneker descreve três modelos de comunicação organizacional:
- A comunicação tradicional: onde a comunicação pode ser medida, padronizada e classificada.
- A comunicação interpretativa: onde as organizações são vistas como cultura e espaço de negociação das transações e discursos coletivo. Através da comunicação se constrói a idéia da realidade organizacional.
- A perspectiva crítica: onde a organização é vista como espaço de opressão e a comunicação é tomada como um objeto de dominação.

Em uma organização cada setor contribui para o bom funcionamento da mesma, sendo necessário um bom modelo organizacional para o sucesso de todos.


Bibliografia:
Planejamento de relações públicas na comunicação integrada, por  Margarida Kunsch.
O diálogo possível: comunicação organizacional e paradgima da complexidade, Scrofernerker.
UNIrevista - Vol. 1, n° 3 -Comunicação, linguagem e comunicação organizacional,Celsi Brönstrup Silvestrin. (julho 2006)
Gestão da Comunicação Organizacional. Conhecendo as ferramentas e suas aplicabilidades / Cavalcante, Shirley Maria. João Pessoa, 2008.

quarta-feira, 27 de abril de 2011


LIDERANÇA NA COMUNICAÇÃO INTERNA

  Quem nunca brincou de " telefone sem fio " quando era criança ? Que atire a primeira pedra, se formos ver o nosso cotidiano, podemos afirmar que esta ainda é uma prática muito comum nas nossas vidas, tanto pessoais, quanto profissionais. A Comunicação Interna nas organizações ainda é um obstáculo a ser enfrentado na busca da qualidade das informações passadas em todos os níveis. As notícias nem sempre são passadas de forma clara e coesa, por isso ocorre muitas distorções causando muitas vezes grandes problemas entre as pessoas. Uma grande prova disso é a chamada " rádio peão" tão disseminada nas organizações atuais, gerando um palco de fofocas, rumores e fatos contraditórios.

  Ao contrário do que se pensa trabalhar a forma como o fluxo de informações são transmitidas de maneira clara é de extrema importância em todas as estruturas organizacionais. Afinal a Torre de Babel pode acabar se transformando na Torre de Pisa.

  É justamente neste contexto que se faz necessário e presente a figura da Liderança nesse processo, visto que a sua colaboração é vista de forma coerente e impôe credibilidade para as pessoas de um grupo. A seguir iremos enumerar algumas práticas que podem ajudar a melhorar de modo significatico o processo de comunicação a serem adotados pela liderança :

1- O Gestor deve ser o principal dissesminador das informações oficiais para gerar confiança no que se é passado, evitando assim ruídos, distorções, fofocas e etc ;

2 - Fazer uso regular de reuniões com suas respectivas equipes ;

3 - Criar grupo de agentes de comunicação interna com um representante de cada departamento auxiliando assim a propagação das informações :

4 - A comunicação é uma via de mão dupla, passar a informação é importante, mas também é muito mais importante deixar livre a exposição para tirar dúvidas sobre os assuntos passados, saber ouvir também é uma parte muito diferenciadora do processo ;

5 - Deixar disponível as informações em outros dispositivos de circulação como ; murais de departamentos, e-mails corporativos, intranet e outros ;

  A seguir veja um exemplo de como se faz Comunicação Interna através da Liderança na prática com o trecho do filme " A Fuga das Galinhas " , nele é possível identificar várias posturas que um verdadeiro líder deve ter, levando os exemplos para o dia a dia de uma organização. A galinha chefe tem o ar de liderança, e isso fica claro do começo ao fim do vídeo. Ela apresenta idéias brilhantes, tem capacidade de motivar seu grupo, sabe se expressar e transmitir as informações necessárias e, principalmente sabe tomar uma decisão rápida e precisa no momento certo.

segunda-feira, 25 de abril de 2011



PROBLEMAS NA COMUNICAÇÃO INTERNA

        Na atualidade, um dos grandes problemas que ocorrem nas organizações é a comunicação ( quando é exercida de forma errada ), ou a falta dela. Porém, esse assunto não tem sido tratado com a importância que deveria, pois os integrantes da empresa, em sua maioria,  acreditam na ideia de que a comunicação interna é um simples fator que não tem muita influência perante à organização.

       Com base em pesquisas realizadas nos Estados Unidos, houve a comprovação de que são poucos os chefes que conseguem se comunicar de forma clara e objetiva com seus colaboradores, o que tem refletido na produtividade e lucratividade das empresas, onde tem ocorrido uma queda significativa. Além disso, quando o funcionário tem acesso a informação de maneira transparente e adequada a situação, torna-se mais fácil a compreensão e até mesmo a possibilidade de um feedback entre o administrador e o subordinado, facilitando a resolução de determinado problema.
       Alguns erros comuns que dificultam a comunicação dentro das organizações:
  • Não ter entendido, e não perguntar: esse erro pode acontecer por medo da reação da outra pessoa. O melhor nesse caso é pedir para que a pessoa fale novamente!
  • Entender, e não responder: falaram com você? Responda. Não deixe as pessoas ficarem em dúvida quanto a sua resposta!
  • Falar rapidamente, e não esperar pela resposta: esse erro pode ocorrer pela pressa do dia-a-dia. Atitudes assim podem causar desconforto no interlocutor!
  • Não ser claro e objetivo: ficar "enrolando" não ajuda na comunicação. Procure falar sempre objetivamente sobre seu assunto! 
      Por esses e outros motivos, é necessário dar ênfase a comunicação interna nas empresas para que haja um avanço nas questões estruturais, de forma estratégica e bastante positiva no que diz respeito a organização como um todo.
    

          

sexta-feira, 15 de abril de 2011



CONCEITO DE COMUNICAÇÃO INTERNA 

  "Sistema de comunicação entre a organização e seu público interno é o conceito mais simples, mas não simplista... pressupõe obrigatoriamente um sistema de mão dupla, estruturado, dinâmico e proativo, capaz de disseminar o fluxo de informações que a organização tem interesse em compartilharAbracom

  A comunicação interna é voltada para toda atividade de relacionamentos internos das organizações e é responsável pela circulação de informações neste meio. Deste modo, as relações na comunicação interna deve  ser facilitada, sendo ela: ágil, transparente, democrática, participativa, consistente, clara e frequente.
Os ítens citados, de como deve ser uma boa comunicação interna, é imprescindível para evitar mal-entendidos e circulações de falsas informações, para conseguir o resultado desejado com sucesso e promover a inclusão de todos dentro das organizações.
  Toda a comunicação de uma empresa trabalha na transmissão de mudanças operacionais, estratégias feitas na empresa, informações administrativas, ações da empresa, participação da companhia no mercado, organização de atividades de formação como seminários, elaboração de propostas relacionadas com o desenvolvimento cultural e até e até mesmo cartazes parabenizando os aniversariantes do mês.

  O sistema de comunicação meio as organizações é uma via de mão dupla, ou seja, os comunicadores interagem entre si, havendo trocas de informações. Esses são divididos em: Comunicação Decrescente, Ascendente e Horizontal.
  •  Comunicação Decrescente, refere-se  as informações que parte dos níveis mais altos da hierarquia da organização, chegando aos mais baixos;
  • Comunicação Ascendente, vai dos níveis mais baixos da hierarquia para os mais altos;
  • Comunicação Horizontal, ocorre tanto entre pessoas da mesma equipe de trabalho quanto em  equipes de pessoas  e departamentos diferentes e é usada na comunicação decrescente  e na comunicação ascendente. Especialmente em locais complexos, onde a decisão de um grupo afetam outros grupos.
  Além das comunicações  decrescentes, ascendentes e horizontais, há a comunicação Formal e Informal. A formal  respeita a estrutura de uma empresa levando em consideração os objetivos e tento cuidado nas transmissões dos dados passados aos interlocutores, já na Informal não há regras, é ultilizado por todos os níveis de grupos e não é necessário que os assuntos digam respeito apenas à aspectos profissionais.
  Construir relacionamentos com a equipe interna: informar, persuadir, envolver, engajar e motivar passa uma visibilidade positiva para os funcionários e cliente fazendo com que esses empregados se sintam efetivamente fazendo parte da orgnização.


BIBLIOGRAFIA
 
RIBRIRO, Luciana. <Comunicação Interna, Por onde começar>". Disponível em: http://carreirasolo.org/respostas/comunicacao-interna-por-onde-comecar  Acesso em 15/04/2011.

GERARDI, Mariana; CARRAMENHA, Bruno; MANSI, Viviane; CATUCCI,Thais; CERANTOLA, Willian. <A Comunicação Interna da Embraer - Divulgação a Jato>. Abril de 2011 Disponível em: http://comunicacaocomfuncionario.blogspot.com/ Acesso em 15/04/2011.

FERNANDES, Daniel. <Comunicação Interna, Definição>. Out. 2006  Disponível em: http://gestao.wordpress.com/2006/10/21/comunicacao-interna/ . Acesso em 16/04/2011.


<Comunicação Interna> . "Algumas definições para a C.I.". Fevereiro de 2009. Disponível em: http://publicointerno.blogspot.com/ Acesso em 15/04/2011